isto de ter brio no que se faz ÃĐ simples. isto de se tentar fazer o melhor que se sabe e pode, mesmo quando o corpo nÃĢo colabora, quando a voz se gastou, quando tudo dÃģi e nem conseguimos destrinçar as sÃlabas, ÃĐ uma segunda natureza. isto de se tentar resolver na hora para evitar problemas, mesmo quando nÃĢo ÃĐ do nosso departamento, de se esticar horÃĄrios para lÃĄ do suportÃĄvel, de se ir a correr entre capelinhas, de se galgar os quatro cantos da cidade - e mais alÃĐm - sÃģ para conseguir corresponder ao que se pede, de se engolir sapos para nÃĢo criar fricçÃĩes. ÃĐ tudo normal. estÃĄ aqui para se fazer? faz-se. hÃĄ um problema? dÃĄ-se a volta. ÃĐ assim que tem de ser. ÃĐ tudo o que se tem, quando se depende dos olhos dos outros para conseguir mais trabalho. ÃĐ tudo o que se tem, quando antes de deitar levantamos a cabeça perante o espelho. e quando tudo o que temos ÃĐ a noçÃĢo de que nÃĢo tememos porque nÃĢo devemos, ÃĐ inadmissÃvel descobrir que afinal alguÃĐm minou por qualquer mesquinhez to...