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Juti

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Juti
Bandeira de Juti
Hino
Gentílicojutiense
Localização de Juti em Mato Grosso do Sul
Localização de Juti em Mato Grosso do Sul
Localização de Juti em Mato Grosso do Sul
Juti está localizado em: Brasil
Juti
Localização de Juti no Brasil
Mapa
Mapa de Juti
Coordenadas: 22° 51′ 39″ S, 54° 36′ 10″ O
PaísBrasil
Unidade federativaMato Grosso do Sul
Municípios limítrofesCaarapó, Amambai, Vicentina, Jateí, Naviraí, Iguatemi
Distância até a capital302 km[1]
Fundação14 de dezembro de 1987 (38 anos)
Emancipação1 de janeiro de 1989 (37 anos)
Distritos
Lista
  • Juti (sede), Porto Felicidade
Governo
 • Prefeito(a)Gilson Cruz[2] (PSDB, 2025–2028)
 • Vereadores9
Área
 • Total [3]1 569,176 km²
 • Urbana  est. Embrapa[4]0,368 km²
Altitude[5]373 m
População
 • Total (est. IBGE 2026[6])7 122 hab.
 • PosiçãoMS: 68º
Densidade4,5 hab./km²
Climatropical (Aw)
Fuso horárioHora do Amazonas (UTC−4)
IDH (PNUD/2010[7])0,623 — médio
 • PosiçãoMS: 72º
Gini (PNUD/2010[7])0,51
 • PosiçãoMS: 12º
PIB (IBGE/2023[8])R$ 517 930,000 mil
 • PosiçãoMS: 71º
 • Per capita (IBGE/2023[8])R$ 76 969,79

Juti é um município brasileiro do estado de Mato Grosso do Sul, na Região Centro-Oeste. Integra a região imediata e a região intermediária de Dourados e a antiga microrregião de Dourados, na mesorregião do Sudoeste de Mato Grosso do Sul, segundo a divisão regional do IBGE.[9]

O município tem 1 569,176 km² e população de 6 729 habitantes no Censo 2022. A estimativa do IBGE para 2026 é de 7 122 habitantes.[10][11][6]

A ocupação da região remonta ao ciclo da erva-mate no sul de Mato Grosso, no final do século XIX e início do século XX, quando se formou o povoado de Santa Luzia, que deu origem ao município. Juti foi elevado à categoria de município pela lei estadual n.º 800, de 14 de dezembro de 1987, desmembrado de Caarapó, e instalado em 1º de janeiro de 1989. A economia municipal baseia-se na agropecuária, com destaque para a cana-de-açúcar, a soja e o milho, além da pecuária de corte e da produção leiteira.[12][13]

Etimologia

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O topônimo Juti é anterior à denominação Santa Luzia e foi preservado na história administrativa do distrito. Segundo o histórico municipal registrado pelo IBGE, o distrito de paz criado em 1929 para a vila de Caarapó recebeu a denominação de Santa Luzia ou de Juti; com a transferência da sede do distrito e do cartório para a vila de Santa Luzia, em 1930, o nome Juti teria sido empregado para "segurar o cartório", conforme relato da tradição local.[12]

Entre as alterações toponímicas registradas na formação administrativa, o distrito de Juti passou a denominar-se Santa Luzia pelo decreto-lei estadual n.º 145, de 29 de março de 1938, voltando a chamar-se Juti pelo decreto-lei federal n.º 6.550, de 31 de maio de 1944, retificado pelo decreto-lei federal n.º 9.055, de 12 de março de 1946.[12] O gentílico registrado pelo IBGE é jutiense.[12]

História

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Colonização e formação do povoado

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A formação do povoado esteve ligada ao avanço da extração da erva-mate na região, entre o final do século XIX e as primeiras décadas do século XX.[12] Segundo o histórico municipal, o primeiro morador de Santa Luzia foi Sérgio Maciel de Oliveira, filho de João Paulo Maciel de Oliveira, que chegou aos campos de Santa Luzia em 13 de dezembro de 1898, onde construiu um acampamento provisório antes de seguir em direção leste, à margem do rio Laranjaí. Seus irmãos, Cassimiro e Genésio Maciel, fixaram-se na costa do rio Amambaí, no porto Palermo; Genésio estabeleceu-se nas cabeceiras do São Lucas, onde organizou a fazenda Belo Horizonte.[12]

Entre 1902 e 1904 chegaram Filisbino e Amâncio Claro, que abriram propriedade na costa do Taquara Velho; entre 1904 e 1906, Antônio Alves, conhecido como "Antônio Guri", implantou a primeira casa varejista da região. Da mesma época são os paraguaios José Lopez e Caraí Freitas, sendo este último apontado como o primeiro morador a construir uma casa no local onde mais tarde funcionou o hospital de Santa Luzia.[12] Em 1908 chegou o primeiro sapateiro, Lauro Moura; em 1916, Pedro Afonso de Souza Rocha, Luiz Venâncio Soares, Artur Campos e Diógenes Capilé, entre outros. A vila teria se formado entre 1912 e 1920 como um conjunto de ranchos de capim, tabuinha ou zinco e, a partir de 1920, cresceu a ponto de se tornar, segundo o histórico municipal, o maior centro comercial da região à época, chegando a reunir cerca de 2 500 casas entre residências e casas comerciais.[12]

O Distrito de Paz de Santa Luzia, ou de Juti, foi criado para a vila de Caarapó pela lei estadual n.º 1.021, de 21 de setembro de 1929, no governo de Mário Correia, entrando em vigor em 13 de janeiro de 1930; o cartório foi instalado em Caarapó em 16 de março de 1930, com a posse do juiz de paz Francisco Serejo e do escrivão de paz Antônio Batista Júnior.[12] Em 30 de novembro de 1930, pouco antes de ser destituído do governo do estado, Aníbal Toledo expediu ato transferindo a sede do distrito de Juti da vila de Caarapó para a vila de Santa Luzia, alegando ser esta de maior progresso; o cartório foi então transferido, e a vila de Caarapó passou a pertencer ao distrito de Santa Luzia até seu desmembramento, em 1948, com a criação do Distrito de Paz de Caarapó pela lei n.º 188, de 16 de novembro de 1948.[12]

A vila de Santa Luzia era ponto de paragem de carreteiros que vinham das barrancas dos rios Paraná, Amambaí e Laranjaí com destino a Campanário, Ponta Porã, Aquidauana, Nioaque, Porto Murtinho ou Concepción, no Paraguai, atraídos pela abundância de pastagens da região. Segundo o histórico municipal, a localidade foi sustentada por muito tempo pelo movimento da Companhia Mate Laranjeira e entrou em decadência a partir de 1946, com a extinção do Território Federal de Ponta Porã e a decretação do contrato de arrendamento dos ervais, perdendo a maior parte de sua população.[12]

Formação administrativa

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Nas divisões territoriais de 1936 e 1937, o distrito de Juti figurava no município de Dourados. Pelo decreto-lei estadual n.º 145, de 29 de março de 1938, o distrito tomou o nome de Santa Luzia, denominação que consta do quadro territorial fixado para o período de 1939-1943; pelo decreto-lei federal n.º 6.550, de 31 de maio de 1944, ainda em vigor nos termos dos artigos 161 e 162 do decreto-lei estadual n.º 6.687, de 21 de setembro de 1944, retificado pelo decreto-lei federal n.º 9.055, de 12 de março de 1946, o distrito voltou a denominar-se Juti.[12]

Nas divisões territoriais de 1950 e 1955, o distrito de Juti figurava no município de Dourados. Pela lei estadual n.º 1.190, de 20 de dezembro de 1958, o distrito foi transferido de Dourados para o novo município de Caarapó, onde permaneceu nas divisões de 1960 e 1983.[12]

O município foi criado com a denominação de Juti pela lei estadual n.º 800, de 14 de dezembro de 1987, desmembrado de Caarapó, com sede no antigo distrito, e instalado em 1º de janeiro de 1989.[12] O município passou a integrar o estado de Mato Grosso do Sul, criado pela lei complementar federal n.º 31, de 11 de outubro de 1977.[14]

Geografia

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Localização

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Juti localiza-se no sudoeste de Mato Grosso do Sul, na região de Dourados. A sede municipal situa-se a 22°51'39" de latitude sul e 54°36'10" de longitude oeste, a cerca de 302 km de Campo Grande, por rodovia.[15] O município limita-se com Caarapó, Amambai, Vicentina, Jateí, Naviraí e Iguatemi.[16]

A superfície municipal é de 1 569,176 km². No Censo 2022, a densidade demográfica era de 4,29 habitantes por quilômetro quadrado.[10]

O clima de Juti é classificado como Cfa na classificação de Köppen, isto é, subtropical úmido, mesotérmico, com inverno brando e verão quente e precipitação significativa em todos os meses do ano. Segundo dados do INMET citados no diagnóstico técnico da Sanesul, a temperatura média é de 23 °C e a precipitação anual média situa-se entre 1 500 e 1 750 mm, sendo novembro a março os meses mais chuvosos e julho a agosto os mais secos.[15]

Relevo e hidrografia

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A cidade de Juti possui relevo com o ponto mais alto na região nordeste e decaimentos em direção ao sudeste e ao sudoeste, caracterizando quatro subsistemas de esgotamento.[15] No município predomina o latossolo vermelho-escuro de textura média associado a neossolos, com ocorrência de manchas isoladas de latossolo de textura argilosa e argissolos de textura arenosa ou média.[15]

O município pertence à Região hidrográfica do Paraná e está inserido na Unidade de Planejamento e Gerenciamento (UPG) Amambai. A região hidrográfica ocupa aproximadamente 52,54% do território estadual, a leste, e tem entre seus cursos d'água de referência os rios Aporé, Sucuriú, Verde, Pardo, Ivinhema, Amambai e Iguatemi.[15] Entre os principais cursos d'água do município estão o rio Amambai, afluente pela margem direita do rio Paraná, que faz limite com o município de Amambai; o rio Bonito e o rio Taquara, afluentes do Amambai; e os rios Guiraí, Gurupaí e Laranjaí, ligados à bacia do Ivinhema.

Vegetação

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A sede municipal está sobreposta à área de incidência do bioma Mata Atlântica da planície do rio Paraná, que inclui formações de floresta estacional semidecidual e decidual, matas ciliares e remanescentes incrustados nos biomas Cerrado e Pantanal. A fisionomia vegetal original da região da sede é a savana, hoje majoritariamente convertida em pastagens.[15] A pastagem plantada corresponde à maior parte da área do município, complementada por remanescentes de Cerrado arbóreo aberto (campo cerrado) e de floresta estacional.[15]

Demografia

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No Censo 2022, Juti tinha 6 729 habitantes, dos quais 3 310 homens e 3 419 mulheres; 4 919 pessoas residiam na área urbana e 1 810 na área rural.[11][17][18] A taxa de alfabetização das pessoas de 15 anos ou mais de idade era de 89,24%.[19] A estimativa populacional do IBGE para 1º de julho de 2026 é de 7 122 habitantes.[6]

O IDHM de Juti é 0,623, referente a 2010, com as dimensões Renda (0,646), Longevidade (0,77) e Educação (0,485), conforme dados do Atlas do Desenvolvimento Humano no Brasil utilizados no diagnóstico técnico estadual.[7][15]

Em 2023, o PIB de Juti a preços correntes foi de R$ 517,930 milhões, e o PIB per capita correspondeu a R$ 76 969,79.[20] Segundo dados da SEMADE utilizados no diagnóstico estadual de saneamento, a agropecuária respondia por 54,34% do PIB municipal, seguida pelo setor de comércio e serviços (40,26%) e pela indústria (5,40%).[15]

A agricultura tem participação relevante na economia municipal. A Produção Agrícola Municipal de 2023 registrou 59 274 hectares de área plantada ou destinada à colheita e valor total da produção de R$ 433,016 milhões. Entre os produtos registrados pelo IBGE, a cana-de-açúcar ocupou 21 351 hectares, com valor de produção de R$ 209,439 milhões; a soja ocupou 23 000 hectares (R$ 168,084 milhões); o milho ocupou 13 000 hectares (R$ 40,560 milhões); e a mandioca teve valor de produção de R$ 12,847 milhões.[13][21]

Na pecuária, o efetivo bovino registrado pela Pesquisa da Pecuária Municipal era de 77 063 cabeças em 2023.[22] O município também desenvolve a produção leiteira: projeto municipal de apoio à bacia leiteira acompanha um plantel de aproximadamente 1 300 animais selecionados e uma produção mensal da ordem de 30 mil litros de leite, com assistência técnica a produtores da agricultura familiar.[23] Em setembro de 2026 foi inaugurado no município um frigorífico de abate de bovinos, com previsão inicial de cerca de 300 animais abatidos por dia e equipe inicial de 168 colaboradores.[24]

Infraestrutura

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Educação

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Em 2010, a dimensão Educação do IDHM de Juti era de 0,485, e a taxa de alfabetização das pessoas de 15 anos ou mais de idade, medida no Censo 2022, era de 89,24%.[15][19]

A dimensão Longevidade do IDHM de Juti era de 0,77 em 2010, conforme o perfil socioeconômico utilizado no diagnóstico estadual.[15] O atendimento de saúde do município integra o SUS.

Saneamento

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Segundo o diagnóstico da Sanesul elaborado a partir de vistoria realizada em 2016, a parte existente do sistema de esgotamento sanitário de Juti está localizada nos subsistemas A e B e é composta por redes coletoras, duas estações elevatórias de esgoto bruto e uma estação de tratamento de esgoto (ETE Juti). A rede coletora existente somava 13 450,40 metros e 474 ligações reais de esgoto em outubro de 2016.[15] A ETE, situada em área urbana na rua Santa Catarina, é composta por unidade de tratamento preliminar e reator anaeróbio de fluxo ascendente (UASB), com capacidade nominal de 5 L/s; o efluente tratado é lançado no rio Taquarussu. A maior parte das residências da área não coberta pelo sistema utilizava, à época, sistemas individuais do tipo fossa negra, vala a céu aberto ou galeria de águas pluviais.[15]

Transportes

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O acesso rodoviário à sede é feito pelas rodovias que ligam o município à região de Dourados e a Caarapó. A distância rodoviária informada até Campo Grande é de aproximadamente 302 km.[15]

A tradição religiosa do município está associada a Santa Luzia, padroeira local e denominação histórica da vila que deu origem à cidade.[12] O aniversário do município é comemorado em 14 de dezembro, data da lei estadual de criação.[12]

A memória local preserva a fase em que a vila de Santa Luzia foi ponto de passagem de carreteiros e sede de distrito de paz, com registros sobre as corridas de cavalos e as carreiradas que reuniam a população nos dias de Semana Santa.[12]

Ver também

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Referências

  1. ↑ Agência Estadual de Gestão de Empreendimentos de Mato Grosso do Sul (AGESUL) (2015). «Seleção de variáveis - Distância de Campo Grande aos Municípios de MS». Secretaria de Estado de Meio Ambiente e Desenvolvimento Econômico de Mato Grosso do Sul (SEMADE). Consultado em 23 de dezembro de 2025. Cópia arquivada em 14 de junho de 2022
  2. ↑ «Confira os Prefeitos eleitos e reeleitos no MS». Assomasul - Associação dos Municípios de Mato Grosso do Sul. Consultado em 7 de janeiro de 2025. Cópia arquivada em 23 de janeiro de 2025
  3. ↑ «Tabela 4714 - Área da unidade territorial». IBGE - Sistema SIDRA. Consultado em 7 de outubro de 2026
  4. ↑ «Urbanização das cidades brasileiras». Embrapa Monitoramento por Satélite. Consultado em 30 de Julho de 2008
  5. ↑ «Mato Grosso do Sul». Embrapa. Consultado em 19 de julho de 2011. Cópia arquivada em 15 de novembro de 2020
  6. 1 2 3 IBGE. «Estimativas da população residente com data de referência 1º de julho de 2026». Estimativas de População 2026. Consultado em 7 de outubro de 2026
  7. 1 2 3 «Perfil do município de Juti». Atlas do Desenvolvimento Humano no Brasil. PNUD, Ipea e Fundação João Pinheiro. Consultado em 7 de outubro de 2026
  8. 1 2 «Produto Interno Bruto dos Municípios - Juti». IBGE Cidades. Consultado em 7 de outubro de 2026
  9. ↑ «Município de Juti: divisão regional». IBGE. Consultado em 7 de outubro de 2026
  10. 1 2 «Área da unidade territorial e densidade demográfica: Juti (2022)». IBGE - Sistema SIDRA. Consultado em 7 de outubro de 2026
  11. 1 2 «População residente: Juti (Censo 2022)». IBGE - Sistema SIDRA. Consultado em 7 de outubro de 2026
  12. 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14 15 16 17 «Juti: histórico e formação administrativa» (PDF). Enciclopédia dos municípios brasileiros. IBGE. Consultado em 7 de outubro de 2026
  13. 1 2 «Produção agrícola municipal: lavouras temporárias e permanentes de Juti (2023)». IBGE - Sistema SIDRA. Consultado em 7 de outubro de 2026
  14. ↑ «Lei Complementar nº 31, de 11 de outubro de 1977». Presidência da República. Consultado em 7 de outubro de 2026
  15. 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14 «Modelagem técnica: volume 39 – Juti» (PDF). Empresa de Saneamento de Mato Grosso do Sul (Sanesul). 2017. Consultado em 7 de outubro de 2026. Cópia arquivada (PDF) em 9 de dezembro de 2025
  16. ↑ «Malha municipal: Juti (MS)». IBGE. Consultado em 7 de outubro de 2026
  17. ↑ «População residente por sexo: Juti (Censo 2022)». IBGE - Sistema SIDRA. Consultado em 7 de outubro de 2026
  18. ↑ «População residente por situação do domicílio: Juti (Censo 2022)». IBGE - Sistema SIDRA. Consultado em 7 de outubro de 2026
  19. 1 2 «Taxa de alfabetização das pessoas de 15 anos ou mais de idade: Juti (Censo 2022)». IBGE - Sistema SIDRA. Consultado em 7 de outubro de 2026
  20. ↑ «Produto Interno Bruto a preços correntes: Juti (2023)». IBGE - Sistema SIDRA. Consultado em 7 de outubro de 2026
  21. ↑ «Cana-de-açúcar, soja, milho e mandioca: Juti (2023)». IBGE - Sistema SIDRA. Consultado em 7 de outubro de 2026
  22. ↑ «Efetivo bovino: Juti (2023)». IBGE - Sistema SIDRA. Consultado em 7 de outubro de 2026
  23. ↑ «Bacia Leiteira de Juti ganha destaque no Agroeducativa e evidencia apoio aos produtores rurais». Prefeitura Municipal de Juti. Consultado em 7 de outubro de 2026
  24. ↑ «Inauguração do FRIGOJUTI marca retomada da atividade frigorífica e novas oportunidades de emprego em Juti». Prefeitura Municipal de Juti. Consultado em 7 de outubro de 2026

Ligações externas

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