"Os nossos valores são como pontos que foram costurados para a frente e para trás a fim de criarem uma peça inteira de tecido, toda uma vida. Quanto mais firmes os pontos, mais firme a trama, e melhor o acolchoado. Da mesma forma na vida, quanto mais firme o caráter, mais sucesso e felicidade teremos." Tecendo Sonhos - (Aliske Webb)



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sexta-feira, 1 de fevereiro de 2013

Afinal, artesanato é negócio?

Aos artesãos de plantão, vale a pena ler este artigo...

"Existem aqueles que defendem a ideia de que artesanato é uma arte.E arte é arte, não negócio… mas ai eu terminaria este post por aqui. Como esta não é a ideia, vou seguir com o planejado. Se você nunca pensou por este ângulo, agora é uma boa hora para começar a deixar a agulha de crochê e a máquina de costura um pouquinho de lado para planejar o seu negócio. Continue lendo... 


terça-feira, 1 de novembro de 2011

Coitados dos maridos...

Oi meninas!!! Tenho andado muito ocupada ultimamente em alguns projetos, final de ano se aproximando e as encomendas chegando, gçs a Deus,  por isso minha ausência... mas vim compartilhar este texto legal que a miguxa Janaina postou em seu blog omelete de amoras ... coitados de nossos maridos... kkkk .... bjokas!

Haverá alfinetes: Como ser um marido de quilteira
por Patrick Cook, marido da quilteira Valorie Cook
Então sua esposa é uma quilteira. Isso não parece tão ruim, não é!? É um passatempo agradável e tranquilo, evocando imagens das mães de nossos antepassados, mantendo suas famílias aquecidas e criando lindos trabalhos a partir de velhas camisas e tecidos de saco. Você pensa em vovós gorduchas em cadeiras de balanço, unindo retalhos à luz da lareira, com um gato dormindo à seus pés. Uma imagem idílica, não é mesmo?
Você está vivendo em um mundo de sonho, meu caro. Elas agora compram seus tecidos inteiros, por metro ou “fat quarters” (o que quer que isso seja). Elas cortam esses tecidos em perfeitas condições em pedaços menores e então, cuidadosamente, costuram eles novamente, à mão. Num processo que vai contra todos os avanços da revolução industrial.
O patchwork gera uma avalanche de detritos. Retalhos de tecido e fiados de manta que entopem e queimam seu aspirador de pó. (Dica: não ande descalço, seus pés não foram feitos para ser almofadas de alfinetes). O gato frequentemente engole um punhado de fios soltos. Logo, uma dessas duas coisas vai acontecer e você não vai gostar de nenhuma.
E este não é o fim dos seus problemas. Haverá freqüentes e caras visitas a lojas de tecidos ou, mais caro ainda, feiras de patchwork em cidades distantes. Haverá reuniões com um pequeno grupo de quilteiras que, ocasionalmente, se unem para reclamar de seus maridos e filhos. Essas reuniões podem acontecer no salão da igreja, mas eventualmente será na sua casa tomando conta da mesa de jantar. Sua presença na sala ao lado não irá intimidá-las.
O patchwork também tende a ocupar um espaço cada vez maior da casa. Com certeza, sua esposa poderia finalmente decidir que já tem tecido o suficiente. Eu nunca vi isso acontecer, mas que poderia acontecer, poderia. É mais provável sua casa aparecer num desses programas de TV que mostram um pobre corpo morto encontrado sob uma pilha de jornais velhos que desmoronou. No seu caso, será uma pilha de metros de tecido estampados.
Até onde eu sei, não existem um daqueles programas de doze passos para quilteiras, mas você talvez possa evitar a co-dependência, seguindo essas dicas:
1. Crie um espaço fora da sala para o equipamento de costura e armazenamento de tecido. Eu estou reformando o porão, e estamos todos nos mudando para lá. Outros maridos construíram galpões, alugaram pavilhões industriais, ou mudaram para outra cidade sob um codinome.
2. Convença sua esposa a abrir um pequeno negócio com seu hobby. Vendas pela internet podem ser lucrativas. Elas podem, ainda, compensar parcialmente as enormes quantias de dinheiro que ela gasta. Muito importante: Não participe do negócio. A primeira coisa que você deve saber é que estará fazendo manutenção no maquinário, agindo como um garoto de recados e lidando com o correio. E você tem coisas melhores para fazer.
3. Não esteja tentado a acompanhar sua esposa aos festivais de patchwork, pensando que esse tempo juntos irá reaquecer a relação. Você não a verá durante o dia todo. Vai passear sem rumo pelos estandes, sem encontrar nada remotamente interessante. Com certeza, você poderá conhecer outros maridos perdidos, e encontrar camaradagem no bar mais próximo. No entanto, eventualmente, alguma mulher usando um colete de patchwork vai confundir você com um fornecedor de tecidos e tentará te seduzir em troca de umas amostras grátis.
4. Não tente distrair sua esposa com outras atividades, como cuidar do jardim, cozinhar ou limpar a casa. Embora ela possa ter feito essas coisas no passado, agora está tudo acabado. Patchwork é sua vida. Aceite seu destino. Aprenda a cozinhar e a usar o aspirador de pó. Obtenha um hobby para você mesmo. Você pode se juntar a algum time de bocha ou aprender carpintaria. Aí construa seu próprio galpão e mude-se para lá.

E finalmente, lembre-se: você não está sozinho. Há muitos outros quilt-viúvos por aí...


kkkkk.....

quinta-feira, 15 de setembro de 2011

O patchwork é fascinante!

Olá menina, tudo bem com você? Ando muito atarefada, motivo este que me impede de estar sempre aki, mas cá estou pra prosear um pouquinho e visitar os blogs das miguxinhas ... e falando em blogs, existem  aqueles que gosto muito de visitar por diversos motivos e um deles é o Omelete de Amoras, que traz textos interessantes como este abaixo... quando comecei a lê-lo é como se estivesse me vendo na situação e é o que realmente acontece ... definitivamente o patchwork é fascinante... vale a pena vc ler também...

O encanto dos retalhos

Não canso de me espantar. O Patchwork é algo realmente singular e sensacional. Mas não apenas ele. Tem algo relacionado às máquinas, aos tecidos e à capacidade de criação, sei lá. O fato é que fico me perguntando qual o mistério que faz tantas mulheres ficarem absolutamente loucas, alucinadas, diante de uma peça bem tecida. E é algo que tem relação com tecidos, mas tem algo ligado a artesanatos de utilidades domésticas. Certo, toda mulher é louca por roupas. De todos os tipos, tamanhos e ocasiões. Mas não vejo a mesma loucura diante de roupas artesanais, ou roupas que elas mesmas tenham feito. Parece que as roupas, entre os artefatos de tecidos, atravessaram mesmo a barreira do artesanato para a manufatura. Mas tudo é diferente com o Patchwork. Não consigo pensar em outro termo a não ser “alucinadas” para descrever a forma como estas mulheres ficam diante de caseados, colchas, bandôs, pesos de porta ou simplesmente um mosaico. Junte duas ou três e você terá uma conferência de suspiros, exclamações e uma vontade descontrolada de ter tudo, querer tudo, admirar tudo, fazer tudo. Mulheres num ateliê produzem uma cena absolutamente singular. Continue lendo...

Uma bjoka pra você e até a próxima postagem!

sábado, 30 de janeiro de 2010

O baixo custo do quilt

Meninas, vejam se não é bastante peculiar esta historinha? Achei muito engraçada e queria compartilhar com vocês...

O cônjuge de uma nova quilteira vê, em primeira mão, como o amor – ou obsessão – pelo patchwork pode florescer rapidamente. A. B. Silver começou escrevendo sobre as peripécias de sua esposa, Joan, quando ela se aposentou e descobriu a arte do quilt. Como seu estoque de tecidos começou a aumentar, A. B. passou a colecionar histórias. Ele começou postando pedaços engraçados de suas conversas na internet, usando o apelido de “Popser”, e recebeu respostas entusiásticas de quilteiras e maridos de quilteiras como ele. Atualmente, ele já publicou duas coletâneas de seus ensaios.
Essa é mais uma história que está publicada no livro Once Upon a Quilt, com tradução livre da amiga Silvana em seu blog Omelete de Amoras, novo point pra quem gosta de patchwork... vale a pena dar uma passadinha por lá

O baixo custo do quilt
por A. B. Silver
“Como você paga isso?” Nossos amigos sempre perguntam.
“Mas todos esses tecidos não custam uma fortuna?
“Mas todos esses apetrechos para patchwork não causam uma bancarrota?”
Eu sempre respondo que nós não podemos pagar por isso, que os tecidos custam uma fortuna e que comprar esse suprimentos para patchwork podem causar uma bancarrota. A Querida Esposa (QE), a quilteira, no entanto, tem uma resposta diferente para cada questão. Tudo tem a ver com o fato de que ela desenvolveu um cérebro quilteiro, o qual provavelmente é angular ou pontudo ou quadrado ou em tira. Sem dúvida, as células de seu cérebro formam um caleidoscópio ou então estão unidas formando algum bloco de algum manual de patchwork para iniciantes.

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