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Assú

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(Redirecionado de Assu)

Assú
Praça São João Batista, com o Marco Cristo Rei em destaque
Praça São João Batista, com o Marco Cristo Rei em destaque
Praça São João Batista, com o Marco Cristo Rei em destaque
Gentílico açuense[1]
Localização do Assú no Rio Grande do Norte
Localização do Assú no Rio Grande do Norte
Localização do Assú no Rio Grande do Norte
Assú está localizado em: Brasil
Assú
Localização do Assú no Brasil
Mapa
Mapa do Assú
Coordenadas: 5° 34′ 37″ S, 36° 54′ 32″ O
PaísBrasil
Unidade federativaRio Grande do Norte
Municípios limítrofes
Distância até a capital210 km[2]
Fundação22 de julho de 1766 (260 anos)[1]
Emancipação16 de outubro de 1845 (181 anos)
Governo
 • Prefeito(a)Luís Eduardo Pimentel Soares (Republicanos, 2025–2028)
 • Vereadores15
Área
 • Total [3]1 303,442 km²
 • Urbana  Embrapa/2000[4]2,4 733 km²
Altitude[4]23 m
População
 • Total (IBGE/2026[5])59 278 hab.
 • PosiçãoRN: 9º
Densidade45,5 hab./km²
Climasemiárido (Bs'h)[6]
Fuso horárioHora de Brasília (UTC−3)
CEP59650-000
IDH (PNUD/2010 [7])0,661 — médio
 • PosiçãoRN: 18°
Gini (2020)0,53
PIB (IBGE/2021[8])R$ 1 467 571,22 mil Aumento
 • Per capita (IBGE/2021[9])R$ 24 982,91
Sítioassu.rn.gov.br (Prefeitura)
acu.rn.leg.br (Câmara)

Assú[10] (ou Açu[11]) (ver ortografia) é um município brasileiro no interior do estado do Rio Grande do Norte, situado na Região Nordeste do país. Localiza-se a oeste da capital do estado, distando desta cerca de 210 km.

Ocupa uma área de pouco mais de 1 300 quilômetros quadrados, sendo o quarto maior município potiguar em território, e sua população no ano de 2024 era de 58.906 habitantes, segundo o IBGE,[12] sendo então o nono mais populoso do estado e o primeiro de sua microrregião.

O município foi criado por Ordem Régia no dia 22 de julho de 1766, recebendo então o nome de "Vila Nova da Princesa", ganhando foros de cidade anos depois, no dia 16 de outubro de 1845 através da Lei provincial n.° 124, herdando o nome de "Açu".[1]

Toponímia

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O nome "Assu" tem origem no termo "Taba-açu" (que significa "Aldeia Grande") usado para designar essa parte do território, então região de vida de população autóctone janduís, reunida dentro do grande grupo étnico tapuia[13].

De acordo com as atuais regras de ortografia da língua portuguesa, a grafia correta é Açu, pois prescreve-se o uso da letra "ç" para palavras de origem tupi, bem como não se acentuam oxítonas terminadas em u (à exceção de palavras em que essa vogal aparece sozinha na sílaba). Ao longo dos anos, a grafia do nome do município foi alterada para Assu e, posteriormente, para Açu.

Em abril de 2026, contudo, o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) passou a adotar oficialmente a grafia Assú em seus registros e plataformas institucionais.[14] Do mesmo vocábulo vem açuense, que é o gentílico do município.[15] A prefeitura municipal, por sua vez, já utilizava oficialmente a grafia Assú em documentos institucionais antes da adoção da forma pelo IBGE.

História

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Até meados do século XVIII, a terra rica em lavoura e pecuária do vale do rio Açu era habitada pelos janduís, nome do chefe indígena que se estendeu à tribo. Nessa época, os portugueses já haviam começado a explorar os potenciais da região, gerando amplo conflito de interesses com os índios. O homem branco partia para a criação bovina, enquanto os janduís consideravam legítima a caça ao gado.

Devido à intensidade das lutas entre brancos e índios, um grande conflito, conhecido como a Guerra dos Bárbaros, marcou a década compreendida entre 1687 a 1697.

Em 1696, Bernardo Vieira de Melo, então governador da Capitania do Rio Grande, colocou-se à frente de uma pequena expedição e fundou à margem esquerda do rio Açu (ou Piranhas) o Arraial de Nossa Senhora dos Prazeres, ponto de reforço para a conquista do sertão. Bernardo Vieira instalou-se com seus soldados no novo arraial, iniciando o aldeamento dos índios e assegurando o estabelecimento dos colonos. Surgiu daí o povoado conhecido como São João Batista da Ribeira do Céu.[16]

A pecuária pôde retomar seu crescimento ao final dos conflitos, desenvolvendo-se rapidamente e tornando-se importante atividade econômica. Nesse período, as oficinas de carne seca e a indústria de extração da cera de carnaúba representavam a base da economia da região.

O município foi criado por Ordem Régia em 22 de julho de 1766. Inicialmente foi denominado de Vila Nova da Princesa, em homenagem à princesa Dona Carlota Joaquina de Bourbon, que se casou com D. João VI em abril de 1785.

A Lei Provincial nº 124, de 16 de outubro de 1845, concedeu à Vila Nova da Princesa foros de cidade com o nome de Açu. O nome Açu tem origem na expressão tupi taba-açu, que significa aldeia grande, uma área de agrupamento de índios guerreiros da região.

Geografia

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O município de Açu está localizado no estado do Rio Grande do Norte, na Mesorregião do Oeste Potiguar e Microrregião do Vale do Açu. Os municípios limítrofes são: Serra do Mel, Carnaubais, Mossoró, Upanema, Paraú, Jucurutu, São Rafael, Itajá, Ipanguaçu, Afonso Bezerra e Alto do Rodrigues.

De acordo com o IDEMA, predominam dois tipos de solo na área do município: litólicos eutróficos e bruno não cálcico. Sua aptidão para a atividade agrícola é regular e restrita para pastagem natural. Nas áreas correspondentes a bruno não cálcico, as terras são aptas para culturas especiais de ciclo longo (algodão arbóreo, sisal, caju e coco). Na parte centro / norte as terras são indicadas para preservação da fauna e flora ou para recreação. No atual Sistema Brasileiro de Classificação de Solos são encontrados no município, principalmente os latossolos, argissolos, chernossolos e neossolos.

Açu possui clima semiárido (Bsh na classificação climática de Köppen-Geiger), quente e seco na maior parte do ano,[17] com índice pluviométrico de 585 milímetros (mm) anuais, concentrados entre os meses de fevereiro e maio. Segundo dados da Empresa de Pesquisa Agropecuária do Rio Grande do Norte (EMPARN), que possui dados pluviométricos de Assu desde 1910, o maior acumulado já registrado em 24 horas na cidade foi atingiu 163 mm em 16 de março de 1999. O recorde de mês mais chuvoso da série histórica pertence a abril de 1974, com 453,2 mm.[18]

Dados climatológicos para Assú (1911-2020)[18]
Mês Jan Fev Mar Abr Mai Jun Jul Ago Set Out Nov Dez Ano
Chuva (mm) 47,3 85,1 137,7 130,8 93,2 41,8 19,2 7 2,6 2,2 3,8 14,9 585,6

Hidrografia

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Demografia

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Crescimento populacional
CensoPop.%±
18728 891
19008 557—
192024 779189,6%
194023 316−5,9%
195027 25916,9%
196026 432−3,0%
197025 038−5,3%
198034 39837,4%
199143 59126,7%
200047 9049,9%
201053 22711,1%
Est. 201456 829
Fonte: Instituto Brasileiro de
Geografia e Estatística
(IBGE)[19][20]
Igreja Matriz de São João Batista

Em 2010, a população do município foi contada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) em 53 227 habitantes.[21] Segundo o censo daquele ano, 26 141 habitantes eram homens e 27 086 habitantes mulheres. Ainda segundo o mesmo censo, 39 359 habitantes viviam na zona urbana e 13 868 na zona rural.[21] Já segundo estatísticas divulgadas em 2014, a população municipal era de 56 829 habitantes, sendo o oitavo mais populoso do estado. Da população total em 2010, 13 610 habitantes (25,57%) tinham menos de 15 anos de idade, 35 897 habitantes (67,44%) tinham de 15 a 64 anos e 3 720 pessoas (6,99%) possuíam mais de 65 anos, sendo que a esperança de vida ao nascer era de 72,7 anos e a taxa de fecundidade total por mulher era de 2,5.[22]

Em 2010, a população era composta por 18 737 brancos (35,20%), 4 112 negros (7,73%), 811 amarelos (1,52%), 29 519 pardos (55,46%) e 41 indígenas (0,09%).[23] Considerando-se a região de nascimento, 52 695 eram nascidos no Nordeste (99,00%), 10 na Região Norte (0,02%), 42 no Centro-Oeste (0,08%), 297 no Sudeste (0,56%) e 54 no Sul (0,10%). 50 732 habitantes eram naturais do Rio Grande do Norte (95,31%) e, desse total, 39 664 eram nascidos em Açu (74,52%).[24] Entre os naturais de outras unidades da federação, São Paulo era o estado com maior presença, com 115 pessoas (0,22%), seguido por Rio de Janeiro, com 99 residentes (0,19%), e por Minas Gerais, com 83 habitantes residentes no município (0,16%).[25]

O Índice de Desenvolvimento Humano Municipal (IDH-M) de Assu é considerado médio pelo Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD), sendo que seu valor é de 0,661 (o 2870º maior do Brasil e o 18° maior do Rio Grande do Norte). Considerando-se apenas o índice de educação o valor é de 0,568, o valor do índice de longevidade é de 0,795 e o de renda é de 0,641.[7] De 2000 a 2010, a proporção de pessoas com renda domiciliar per capita de até meio salário mínimo reduziu em 52,7%, e em 2010, 73,8% da população vivia acima da linha de pobreza, 14,4% encontrava-se na linha da pobreza e 8,8% estava abaixo[26] e o coeficiente de Gini, que mede a desigualdade social, era de 0,539, sendo que 1,00 é o pior número e 0,00 é o melhor.[27] A participação dos 20% da população mais rica da cidade no rendimento total municipal em 2010 era de 57,5%, ou seja, 15,9 vezes superior à dos 20% mais pobres, que era de 3,6%.[26]

Religião

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De acordo com dados do censo de 2010 realizado pelo IBGE, a população municipal está composta por: 41 113 católicos romanos (77,24%), 6 855 evangélicos (12,88%), 3 687 pessoas sem religião (6,93%) e os 2,95% restantes estão divididos entre outras religiões.[28] O município é subordinado à Diocese de Santa Luzia de Mossoró e possui duas paróquias: São João Batista (padroeiro) e da Bem Aventurada Lindalva e São Cristóvão.[29]

Segundo dados do IBGE, o PIB total de Açu era, em 2012, de R$ 566 268, sendo então o décimo maior do estado.[30] A economia do município pode ser dividida em três setores diferentes: o primário, o secundário e o terciário. Destes, o setor que rende mais no produto interno bruto municipal é o terciário, seguido pelo setor secundário. Enquanto isso, o setor primário é o que rende menos. A renda per capita era de R$ 10 480,24. Além disso, 36 405 mil reais são de impostos líquidos a preços correntes.

De todo o PIB em geral, 319 456 mil reais estão destinados a este setor. Segundo o IBGE, em 2013 o município possuía um rebanho de 20 198 bovinos, 12 799 caprinos, 641 equinos, 21 112 ovinos, 967 suínos, 2 423 vacas ordenhadas e 12 221 galináceos. No mesmo ano, o município produziu 2 653 mil litros de leite, 57 mil dúzias de ovos de galinha, 508 quilos de mel de abelha e, na aquicultura, 2 416 mil quilos de tucunaré. Na lavoura permanente, Açu produz banana, caju, coco, mamão e manga. Já na lavoura temporária, são produzidos algodão, batata-doce, feijão, melancia, melão, milho e tomate.[31]

O setor secundário é o segundo mais relevante para a economia do município. 198 455 mil reais do PIB municipal são do valor adicionado bruto da indústria. O setor terciário é o mais relevante para a economia do município. A prestação de serviços rende 319 456 mil reais ao PIB de Açu, sendo, portanto, o setor que atualmente é a maior fonte geradora do PIB municipal. De acordo com o IBGE, o município possuía, no ano de 2013, 1 177 unidades locais, sendo 1 152 atuantes e 15 524 trabalhadores, sendo 8 376 do tipo pessoal ocupado total e 7 148 ocupados assalariados. Salários juntamente com outras remunerações somavam 97 811 mil reais e o salário médio mensal de todo o município era de 1,6 salários mínimos, valor semelhante ou igual a outros municípios da região, como Ipanguaçu e Carnaubais.[32]

Atrações e destaques

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Educação

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O município possui 47 escolas de Ensino Fundamental com 406 docentes e 10.496 alunos, 33 de ensino pré-escolar com 55 docentes e alunos 1.318 e 6 de Ensino Médio com 104 docentes e 2.888 alunos.[33]

Ensino Superior

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A Associação Sportiva Sociedade Unida (ASSÚ) é o único time profissional do município, fundado em 10 de janeiro de 2002.

Conta com um estádio de futebol, o Edgar Borges Montenegro, de propriedade da Liga Desportiva Açuense.

Referências

  1. 1 2 3 «Histórico de Assú no site do IBGE» (PDF). Cópia arquivada (PDF) em 4 de dezembro de 2020
  2. ↑ «Distância entre Assú e Natal». Consultado em 6 de julho de 2015. Cópia arquivada em 27 de janeiro de 2025
  3. ↑ IBGE. «Área Territorial Brasileira - Consulta por Município». Consultado em 4 de julho de 2015. Cópia arquivada em 3 de março de 2016
  4. 1 2 Embrapa Monitoramento por Satélite. «Rio Grande do Norte». Consultado em 4 de julho de 2015. Cópia arquivada em 2 de outubro de 2020
  5. ↑ «ESTIMATIVAS DA POPULAÇÃO RESIDENTE NO BRASIL E UNIDADES DA FEDERAÇÃO COM DATA DE REFERÊNCIA EM 28 DE AGOSTO DE 2026». Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística. Consultado em 2 de janeiro de 2025. Cópia arquivada em 28 de janeiro de 2026
  6. ↑ Erro de citação: Etiqueta <ref> inválida; não foi fornecido texto para as "refs" nomeadas "Assu_Weatherbase"
  7. 1 2 «Ranking decrescente do IDH-M dos municípios do Brasil». Atlas do Desenvolvimento Humano. Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD). 2010. Consultado em 31 de agosto de 2013. Cópia arquivada em 31 de agosto de 2016
  8. ↑ «ASSÚ - RN - Produto Interno Bruto». Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística. Consultado em 2 de janeiro de 2025. Cópia arquivada em 27 de janeiro de 2025
  9. ↑ Erro de citação: Etiqueta <ref> inválida; não foi fornecido texto para as "refs" nomeadas "IBGE_PIB2018"
  10. ↑ Paiva, Lara (25 de abril de 2016). «O nome certo seria Assú ou Açu?». Brechando. Consultado em 29 de novembro de 2025. Cópia arquivada em 23 de maio de 2022
  11. ↑ «Açu (RN) | Cidades e Estados | IBGE». www.ibge.gov.br. Consultado em 29 de novembro de 2025. Cópia arquivada em 28 de janeiro de 2026
  12. ↑ «IBGE Cidades - ASSÚ - RN». Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística. Consultado em 28 de agosto de 2021. Cópia arquivada em 28 de janeiro de 2026
  13. ↑ dos Santos Júnior, Valdeci. (2008). Os índios tapuias do Rio Grande do Norte. Antepassados esquecidos. Mossoró:: Publicação do Autor
  14. ↑ «Assú (RN)». IBGE Cidades. Consultado em 17 de maio de 2026. Cópia arquivada em 31 de março de 2025
  15. ↑ [1]
  16. ↑ Silva, Tyego Franklim da (2015). A ribeira da discórdia: terras, homens e relações de poder na territorialização do Assu Colonial (1680-1720). [S.l.]: Universidade Federal do Rio Grande do Norte. p. 74
  17. ↑ «Climate Summary» (em inglês). Weatherbase. Consultado em 15 de fevereiro de 2014
  18. 1 2 EMPARN. «Relatório pluviométrico». Consultado em 17 de outubro de 2024
  19. ↑ «Evolução da população, segundo os municípios - 1872/2010» (PDF). Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística. Consultado em 17 de fevereiro de 2014
  20. ↑ Sistema IBGE de Recuperação Automática (SIDRA) (2010). «Tabela 200 - População residente por sexo, situação e grupos de idade - Amostra - Características Gerais da População». Consultado em 12 de julho de 2015. Cópia arquivada em 24 de setembro de 2015
  21. 1 2 Sistema IBGE de Recuperação Automática (SIDRA) (2010). «População residente por sexo, situação e grupos de idade - Amostra - Características Gerais da População». Consultado em 12 de julho de 2015. Cópia arquivada em 24 de setembro de 2015
  22. ↑ Atlas do Desenvolvimento Humano (2013). «Perfil». Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD). Consultado em 12 de julho de 2015
  23. ↑ Sistema IBGE de Recuperação Automática (SIDRA) (2010). «População por raça e cor». Consultado em 12 de julho de 2015. Cópia arquivada em 24 de setembro de 2015
  24. ↑ Sistema IBGE de Recuperação Automática (SIDRA) (2010). «Tabela 1505 - População residente, por naturalidade em relação ao município e à unidade da federação - Resultados Gerais da Amostra». Consultado em 29 de abril de 2015. Cópia arquivada em 29 de abril de 2015
  25. ↑ Sistema IBGE de Recuperação Automática (SIDRA) (2010). «Tabela 631 - População residente, por sexo e lugar de nascimento». Consultado em 29 de abril de 2015. Cópia arquivada em 29 de abril de 2015
  26. 1 2 Portal ODM. «1 - acabar com a fome e a miséria». Consultado em 12 de julho de 2015. Cópia arquivada em 3 de março de 2016
  27. ↑ Portal ODM (2012). «Perfil municipal». Consultado em 12 de julho de 2015. Cópia arquivada em 3 de março de 2016
  28. ↑ Sistema IBGE de Recuperação Automática (SIDRA) (2010). «Tabela 2094 - População residente por cor ou raça e religião». Consultado em 12 de julho de 2015. Cópia arquivada em 24 de setembro de 2015
  29. ↑ Diocese de Santa Luzia de Mossoró. «PARÓQUIAS». Consultado em 12 de julho de 2015
  30. ↑ «Três municípios concentram mais da metade do PIB do RN». G1. Consultado em 9 de julho de 2015. Cópia arquivada em 26 de outubro de 2023
  31. ↑ «AÇU - RN». Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística. Consultado em 4 de julho de 2015. Cópia arquivada em 4 de março de 2016
  32. ↑ «AÇU - RN - Estatísticas do Cadastro Central de Empresas - 2013». Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística. Consultado em 9 de julho de 2015
  33. ↑ IBGE 2008

Ligações externas

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