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Akbash

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
Akbash
Nome originalAkbaş Çoban Köpeği
Outros nomesAkbash
País de origem Turquia
Características
NotasRaça reconhecida por:

O Akbash (do turco: Akbaş Çoban Köpeği, "cão pastor de Akbaş") é uma raça de cães originária do oeste da Turquia. O Akbash é utilizado principalmente como um cão guardião de rebanhos.

Aparência

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Selo de Quirguistão, com ilustração das raças asiáticas, entre eles, o Akbash (o mais branco).

É um cão de grande porte, pesando 40 a 65kg, as fêmeas pesam no minimo 35kg e os machos podem chegar a 65kg, assemelhasse com o Sivas Kangal em tamanho e porte fisico. A altura dos machos fica entre 76 e 86 cm, medidos sempre à altura da cernelha. Já as fêmeas, medem entre 71 e 81 cm. É comum machos medirem 2m de comprimento da ponta do focinho a ponta do rabo tendo sua estrutura alongada. Esta raça apresenta uma pelagem branca distinta, pernas compridas, uma cauda encurvada, e com manchas róseas e pretas. Possui características dos molossos e sabujos. Possuem três tipos de pelagem, curta, média e longa. Apresentam dois tipos de disposições fisicas sendo; um biotipo magro e esguio com cabeça e focinho fino e mais alongado e o biotipo com peitoral encorpado, e mais bem estruturado, com cabeça quadrada e estrutura corporal mais robusta, ambos os biotipos tem suas funções na proteção do rebanho, sendo o biotipo mais esguio usado para chegar com mais velocidade no predador do rebanho e o biotipo estruturadosendo usado para eliminar o predador com mais facilidade no combate. Ele foi desenvolvido para viver com o rebanho e agir como um guardião. Apesar das semelhanças o Akbash e o Kangal são raças originalmente distintas, naturais e puras.

Temperamento

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O Akbash é um cão de dificil adestramento não sendo indicado para pessoas inexperientes com cães, ele apresenta um nível alto de agressividade com cães estranhos que são do mesmo sexo, tanto a femea quanto os machos. Quando adulto quase todos os akbashs são dominantes e buscam liderar e subjulgar qualquer outro cão que esteja na matilha, quando dentro da matilha ele presa por apenas subjulgar os outros machos evitando combates até a morte, estabelecendo a ordem na matilha e evitando que os outros cães entrem em confronto. É comum ver o lider da matilha segurar outros cães pelo pescoço para evitar brigas, derrubar e imobilizar cães que estejam descontroladamente agitados, latir e cercar cães medrosos para que voltem ao seu estado normal. Suas habilidades de combate são distintas de qualquer outra raça, eles utilizam estratégias de impacto com o peito para derrubar os outros cães e buscam atacar o pescoço, utilizam as patas, tronco e boca ao mesmo tempo para arremessar e derrubar os oponentes na luta, transitam de posição em combate como eximios lutadores tentando manter o oponente com as costas no chão. A mordida do Akbash é poderosa e em caso de briga com outros cães estranhos ele deve ser contido com rapidez para que o outro cão sobreviva e não se machuque com gravidade, quando em matilha presa pela ordem e não pelo combate até a morte. Quando utilizado como cão de guarda, não é apresentável com humanos, embora a raça não seja hostil por natureza com humanos. O Akbash pode ser usado como cão de companhia e, se treinados adequadamente pode ser apresentável com qualquer criatura. O Akbash foi criado para ser independente e os cães desta raça podem pensar que eles sabem melhor do que os seus proprietários durante o treinamento. O Akbash protege os membros da familia e se for criado em casa prefere ficar perto dos seus donos, é possível que ele ataque estranhos que cheguem por trás dos mesmbros da familia. Dentro de casa permite que as visitas entrem desde que o dono permita. O Akbash é uma raça com bastante energia quando jovem. No campo o Akbash não permite que nenhum animal chegue perto do rabanho, raposas, lobos, onças e qualquer tipo de animal que se aproxime e gere suspeita o Akbash vai atacar, se estiver fora da cerca primeiro ele vai latir indo na direção se estiver dentro ele ira atacar sem latir, Os akbashs atacam até mesmo os passáros na proteção de rabanho devido a predação de algumas aguias e falcões contra ovelhas e outros rebanhos que são filhotes e estão vulneráveis, então é comum ver o animal espatanto passaros e até abelhas. Se não for criado no campo é necessário exercitar ele com frequencia. É muito trabalhador e fica mais feliz quando consegue concluir uma tarefa. Estes cães são conhecidos por sua inteligência, coragem, independência e lealdade.

Casos de displasia da anca e osteocondrite dissecante podem ter ocorrido com este cão, no entanto, a raça como um todo parece não ser atingida com essas condições tão frequentemente como outras raças de grande porte. Akbash, como muitas raças de grande porte, pode-se viver 10 a 17 anos ou mais sendo a raça de gigantes com maior expectativa de vida. Alguns Akbashs podem necessitar de suplementação para as articulações logo que se torne adulto. Os Akbash são capazes de fazer laços com seus donos e outros animais e pode exibir emoções e sensibilidade ao contrário de muitas outras raças.

História

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Akbash como guardião.

O Akbash surgiu da ideia de criar um guardião branco turco semelhante às outras raças e em todo o norte da bacia mediterrânica. O Akbash tem a sua combinação única de qualidades dos molossos e sabujos. Esta raça foi desenvolvida há pelo menos 3.000 anos, a sua cor branca diferencia-los dos predadores. Evidências arqueológicas indicam que as primeiras civilizações surgiram nas partes do mundo atualmente ocupado pela Turquia há 10.000 anos atrás e começou a domesticar animais e cultivar as plantas. Em pouco tempo não teria havido a necessidade de proteção de cães de gado para cuidar do gado. As raças de cães brancos guardiões incluem os cães da área montanhosa dos Pirenéus, na França e Espanha e os cães das montanhas de Maremma na Itália. Eduardo Antonio Guerra foi o primeiro Brasileiro a trazer a raça para o Brasil através do Canil Monte Verde. Atualmente a raça enfrenta dificuldades para ser continuada no Brasil, tendo pouquissimos exemplares.

Ver também

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Ligações externas

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