Vivemos sem rumo certo, num oceano de propaganda. Os manipuladores ao serviço do império percebem que as pessoas podem revoltar-se se não forem doutrinadas para aceitar injustiças, desigualdades, exploração e guerras sobre as quais o império se baseia.
Na UE até os debates mascaram propaganda, eliminando tudo o que contrarie as suas posições, mesmo sem racionalidade, nas quais dum lado os bons, o que quer que façam, do outro lado os maus - desobedientes aos ditames imperiais.
Para JD Vance, questionado sobre um ataque a uma festa de casamento no Irão, que matou quatro pessoas e feriu 68: “às vezes essas coisas acontecem”. Tal como aconteceram, na morte ou ferimento de cerca de 200 crianças e professoras numa escola primária no Irão, etc.
Os bons, como o democrático clã de Kiev, que nem precisa de eleições, ou Israel, a única democracia no Médio Oriente, podem cometer em defesa da "democracia" ou "contra o terrorismo" o que pelos maus é crime de guerra, terrorismo, objeto de alargadas sanções. Compete aos manipuladores validarem o critério.